A Clara Dornelles (linguista aplicada e professora dedicada, além de minha companheira, parceira e interlocutora preferida durante todos esses anos); à Professora Marli Borges (minha mãe, aquela que me introduziu nas primeiras letras e a quem dedico este trabalho); a Claudia Borges de Faveri (professora, linguista, literata e tradutora, além de minha irmã, que tantas vezes se dispôs, como sempre, a me ouvir, em minha impaciência); a Sarita Borges de Faveri (professora, bióloga, além de minha irmã, a quem frequentemente também me ouviu nas minhas tentativas de impor o relativismo linguístico à biologia. Gostaria ainda de poder agradecer ao meu pai, a quem não sou de todo ingrato.
A José Borges Neto, meu orientador e quem me introduziu na
teoria das controvérsias e me apresentou à obra de Marcelo Dascal, pela
paciente sutileza com que me conduziu neste processo (além do possível
interesse inconfessável, porém muitas vezes demonstrado, neste meu trabalho);
ao próprio Marcelo Dascal, pelo seu interesse inquebrantável, paciência e
impaciência, gentileza, generosidade, amizade, além de ter me recebido e
introduzido incondicionalmente em seu vasto grupo de relações e de trabalho na
Universidade de Tel Aviv e em todo o mundo; a Anna Carolina Regner, que me
recebeu em seu grupo de pesquisa em controvérsias, me apoiou e incentivou a
prosseguir com o trabalho, e pela leitura detalhada da primeira versão deste
texto durante o processo de qualificação; a todo o pessoal da UFPR,
especialmente ao Programa de Pós-Graduação em Letras, com quem travei relações
durante estes anos, pela paciência em me aceitar como um legal alien e por todo o apoio concedido.
Suponho que eu devesse agradecer à CAPES e ao CNPQ que
financiaram não só este meu período de doutorado, mas toda minha formação
acadêmica. Apesar de me sentir grato por ter tido esta oportunidade, acredito
que estes órgãos não fizeram mais do que a sua obrigação com a educação no
país. Também sou grato pela oportunidade de ter um emprego como professor em
uma universidade federal, na Unipampa, o que me parece um resultado condizente
com o investimento que recebi. Agora tenho a oportunidade de retribuir o
investimento e de dar continuidade à tarefa educacional a que me referi acima.
Agradeço ainda a todos aqueles, amigos e conhecidos, em
Florianópolis, em Curitiba, em Tel Aviv, em Porto Alegre e aqui em Bagé, que
participaram direta ou indiretamente deste processo que me ocupou durante
vários anos, contribuindo com sugestões e opiniões de toda natureza, além do
apoio, impossível de nomeá-los por completo. A todos, muito obrigado.
Parabéns Rodrigo!
ResponderExcluirÉ uma grande motivação para aqueles que sonham em mudar a educação encontrar pessoas inteligentes e críticas. Parabéns pelo doutorado e parabéns pelo blog.
Abraço,
Ézio.